por kamilgiglio

01 jun 2017

Estratégias para inovação na Educação

Muito se fala sobre estratégias de inovação na educação, mas até que ponto isso realmente ocorre? Será que disponibilizar computadores com acesso à internet para todos os estudantes é sinônimo de inovação? E implantar um sistema de gerenciamento acadêmico que maximiza a eficiência das suas atividades faz da sua instituição inovadora?

Inovação, segundo a OCDE, pode ser um processo (ou método), produto ou serviço, que pode consistir na implementação de apenas uma alteração significativa, ou uma série de pequenas alterações que conjuntamente constituem uma mudança significativa (OSLO MANUAL, 2005).

Nesse sentido, a inovação pode baixar os custos de produção, criar novos mercados e aumentar a competitividade. Além disso, ela pode estimular a melhoria do desempenho, gerar lucros, empregos, diversificar as soluções oferecidas, aumentar o crescimento e as transações no mercado.

Como aplicar boas estratégias de inovação na Educação?

A inovação não é restrita a organizações de grande porte e associadas à grandes investimentos em alta tecnologia.  Qualquer instituição de ensino, de qualquer nível e modalidade educacional, pode ser inovadora. Ela também pode e deve ocorrer dentro da sala de aula, com a implantação de mudanças que melhorem o desempenho dos estudantes e ofereça como resultados soluções que apliquem o conhecimento à problemas da realidade local.

A inovação varia no âmbito, tempo de execução e impacto organizacional e social. Além disso, devemos considerar que categorizar a inovação não é uma ciência e que, portanto, ela pode ser posicionada em diferentes categorias pelas organizações.

Para tornar o processo mais claro, elaboramos algumas dicas, distribuídas em quatro etapas, sobre como fazer e por onde começar a inovar na educação:

# 1° Etapa

Analisar e avaliar o contexto de atuação da instituição, considerando seu público-alvo, capacidade de investimento, nível de competência digital, parcerias, concorrentes, percepção de valor, entre outros aspectos. Além disso é preciso identificar qual será o foco do processo inovador, pois ele pode ser voltado para um serviço específico, processo, marketing ou para toda a organização. Ele também pode ser aberto (colaboração para desenvolvimento em parceria) ou fechado (capacitação para desenvolvimento interno), e sustentável (focado na qualidade das soluções e vendidos com alta margem de lucros) ou disruptiva (soluções mais simples, de fácil utilização e mais baratas).

Office365

# 2° Etapa

Após os diagnósticos (pedagógico, curricular e infraestrutura) é preciso planejar ações baseadas nos resultados identificados. Ou seja, fazer um levantamento dos requisitos necessários (técnicos e humanos) para criar um plano de desenvolvimento de competências. Nessa etapa, é envolvida a capacitação dos professores, líderes do processo educacional, e o conjunto de ferramentas tecnológicas que irão facilitar e otimizar os processos envolvidos na esfera educacional.

# 3° Etapa

Criar um plano de transformação, com o cronograma de todas os critérios que foram previamente identificados e selecionados, tais como investimentos, diminuição de custos, capacitações, indicadores de acompanhamento, revisão de processos etc.

# 4° Etapa

Aplicar o planejamento. Colocar mãos à obra!


Cabe ainda ressaltar que um dos pilares desse processo de inovação está na colaboração. Uma estratégia de comunicação eficaz é o cerne da colaboração bem-sucedida. Portanto, criar condições (técnicas) e estímulos (culturais) que proporcionem o desenvolvimento dessas competências é vital para maximizar a eficiência das operações da sua instituição.

Possuir ferramentas tecnológicas de gestão unificadas e capacitar as pessoas para sua utilização, diminuem custos e tornam a comunicação mais fluida (Comunicação interna, treinamento e desenvolvimento, ações do RH, substituição do sistema de telefonia, e-mail na nuvem, suporte 24h à TI). Com a organização do fluxo de comunicação, é possível estabelecer uma postura colaborativa, voltada para maximização da eficiência das atividades que envolvem uma instituição de ensino.

Como medir a inovação na sua instituição?

As métricas de acompanhamento são muito importantes no processo de inovação. Elas medem o desempenho, permitem alocar melhor os recursos e fornecem subsídios objetivos para as tomadas de decisões. Medir o sucesso em inovação depende no tipo de inovação e da abordagem da organização na avaliação do sucesso.

Inovação e prioridades variam de organização para organização, assim como os métodos utilizados. Por exemplo, alguns métodos são centrados nos resultados financeiros quantificáveis, enquanto outros utilizam uma variável de indicadores quantitativos e qualitativos.

Entretanto é possível medir a inovação, grosso modo, baseada em três elementos distintos embora relacionados: inputs que podem ser ideias, pesquisa e desenvolvimento e/ou recursos (humanos e/ou financeiros). Estes são canalizados em processos, que atuam e transformam os inputs. E, por fim, os outputs ou os resultados finais, que incluem o retorno sobre o investimento (ROI), número de lançamentos (produtos ou serviços), lucros financeiros e outros benefícios indiretos. Como, por exemplo, uma marca institucional mais forte e as lições aprendidas que podem ser replicadas em outras ofertas e propósitos.

Para melhorar a eficácia, a instituição pode extrair dados, acompanhar e avaliar diferentes critérios para realizar um Office365planejamento maduro e tomar decisões bem fundamentadas. É possível ter uma visão de 360 graus do desempenho e das operações de professores e estudantes.

Ferramentas de relatórios fáceis de usar, automatizam parte do processo e simplificam o acesso aos dados e o compartilhamento dos resultados com os envolvidos. Com ciência dessas informações é possível fazer um acompanhamento detalhado (geral e personalizado) e propor soluções proativamente para a resolução de crises.

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*Oslo Manual, 3rd Edition. (2005). Guidelines for collecting and interpreting innovation data,148, p.46



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