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13 nov 2018

Google Cloud Platform: a aposta da Google na Computação em Nuvem

Quem nunca ouviu falar que a marca Google é sinônimo de qualidade? Com a sua nuvem, não poderia ser diferente. Lá no início, a missão da companhia era “organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível e útil”. Bom, já conseguiram dominando o mercado de buscadores. E agora, com a ascensão da cloud computing, a Google avança também para um novo mercado.

A entrada, no entanto, não é tão recente quanto se imagina. A versão inicial do provedor ocorreu em 2008, com o anúncio do Google App Engine, uma plataforma de desenvolvimento e hospedagem de aplicações nos data centers gerenciados da empresa.

Esse serviço iniciou a era de computação em nuvem da companhia. Desde 2008, a plataforma funcionava apenas sob o modelo PaaS (Platform as a Software). Quando o Google Compute Engine foi lançado, em junho de 2012, a empresa entrou no mercado de cloud como IaaS (Infrastructure as a Service).

Segundo a Google, a GCP conta com 15 regiões, distribuídas em 45 zonas e mais de 100 pontos de presença. No Brasil, temos uma região localizada em São Paulo. A empresa garante a redundância dos dados em caso de falhas nas regiões.

O que é a Cloud Google Platform?

Logo da Google Cloud

A Google Cloud Platform (GCP) é uma coleção dos recursos computacionais da Google que estão disponíveis ao público, por meio de um serviço de nuvem pública.

Esses recursos são disponibilizados através de máquinas virtuais (virtual machines – VM’s) – também denominada de instâncias -, como forma de o consumidor não precisar alocar recursos On Premises. Assim, ele consegue tanto economizar o capital inicial de investimento, quanto só pagar pelo tempo que usou. Um modelo batizado de “Pay as you Go”.

O grande diferencial da precificação da Cloud Google é o fato de o cliente ser cobrado por minutos, não por horas. Isso dá muito mais precisão em relação ao valor cobrado. É possível estimar o preço de qualquer serviço da Google Cloud Platform por meio da calculadora de preços da provedora.

Vantagens da adesão à cloud da Google

Um relatório do Gartner de 2018 avaliou as empresas provedoras de computação em nuvem sob o modelo IaaS (Infrastructure as a Service). Nele, a consultoria afirma que a Google Cloud Platform tem qualidades que chamam atenção do mercado. Em maio de 2018, foi a primeira vez que a provedora figurou no quadrante Gartner como uma das líderes. Ela ficou atrás apenas da nuvens da AWS e da Azure.

Uma das qualidades das quais a nuvem da Google goza, é na disponibilização de recursos internos de inovação e administração de negócios da própria companhia, para o mercado externo.

A Google Cloud Platform também é comprometida com o código aberto. A companhia é adepta ao Open Compute Project (OCP), organização que compartilha o designs de produtos de data centers entre as companhias participantes. Segundo a Forbes, a Google já criou mais de 2 mil projetos de código aberto, dentre eles, o popular Android.

Análise e aprendizado de máquina

Outra vantagem do serviço de nuvem da Google é o fato de que a análise de dados e o aprendizado de máquina são prioridades para a empresa. Ambos recebem investimento pesado da companhia. Clientes e consumidores que adotam a Cloud da Google estrategicamente já têm suas aplicações ancoradas no BigQuerySímbolo da Google Coud Platform

Segurança na nuvem da Google

A Cloud da Google também vem com toda a gama de serviços de segurança e compliance, com proteção ponta-a-ponta. E, segundo a Google, a GCP está “constantemente trabalhando para expandir a cobertura”.

A lista de certificações já contempla o CSA STAR, PCI DSS, HIPAA, FedRAMP, além de outras certificações exclusivas para países e regiões específicas.

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