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Tribunal Regional Federal da 3ª Região - TRF-3

TRF-3 adota solução Cisco de videoconferência e entrega agilidade à sociedade

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região, maior Tribunal Federal em volume de processos do Brasil, reduz custos e se abre à disrupção digital.

O judiciário brasileiro vive um momento de intensa disrupção tecnológica. As inovações dentro da área são visíveis e sentidas por usuários internos, como magistrados, advogados e funcionários, bem como para usuários externos: a sociedade como um todo, ávida por agilidade em suas demandas.

Quem saiu na frente e foi ao encontro deste movimento foi o Tribunal Regional Federal da 3ª Região, o TRF-3, que compreende os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. O órgão, que é o segundo maior do Brasil e conta com 200 unidades judiciárias em 51 municípios, entendeu que a tecnologia pode e deve estar à disposição para melhorar a sociedade brasileira.

Em meio a tantos desafios, surgem as demandas que atravessam as distâncias: que tecnologias são bem aplicadas para o poder Judiciário, de forma que a segurança, confiança e agilidade sejam garantidas, reduzindo ainda os custos arcados pelos cidadãos?

Soluções que desoneram a Justiça

A videoconferência é uma solução que se encaixa bem nas necessidades diárias e processuais de um grande Tribunal, a exemplo do TRF-3. O órgão já contava, anteriormente, com uma solução que não mais atendia às novas necessidades e nem aos requisitos tecnológicos.

“A solução de videoconferência anterior era de difícil gerenciamento, fazendo com que houvesse uma dependência muito grande de monitoramento das audiências. Caso houvesse alguma instabilidade da solução, a equipe que monitorava tinha que agir rapidamente para que nenhuma parte sofresse prejuízo”, diz Will Seben, Executivo de Contas da Teltec Solutions, que acompanhou todo o processo do TRF-3.

Outro problema detectado na solução anterior foi o fato de não haver qualidade suficiente para que a visita presencial fosse completamente dispensável. “Sem a possibilidade de visualizar o rosto da pessoa em alta definição que permitisse, por exemplo, a um juiz interagir da melhor forma com quem estava tendo seu depoimento colhido, a videoconferência tornava-se um transtorno para as partes e para o próprio TRF-3”, explica Sebben.

“A solução anterior não mais comportava o volume de audiências que eram requisitadas diariamente. O agendamento e a realização de uma audiência por videoconferência obrigatoriamente passava pela área de Tecnologia da Informação, sendo que, quando não havia expediente na Capital, as audiências não podiam ser realizadas. Frequentemente ocorriam falhas de gravação causando prejuízo no trâmite das ações. A nova solução mudou esse cenário: com capacidade para até 25 audiências simultâneas, o agendamento e a realização não mais dependem da área de TI, propiciando autonomia às unidades judiciárias e, o mais importante, trata-se de uma solução robusta e confiável“, relata Jader Carlos Videira, o Diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal.

Tecnologia que descomplica

Em busca de soluções verdadeiramente aderentes, o TRF-3 realizou testes com diferentes empresas que pudessem entregar a qualidade necessária. Com os resultados de diversas Provas de Conceito (PoC) em mãos, agora era hora de seguir os trâmites legais. Após o Edital, o momento foi de planejamento e execução do audacioso projeto, por parte da Teltec e Cisco, com a solução vencedora.

Foram 88 equipamentos de videoconferências – os codecs – e mais de 200 webcams, instalados em mais de 200 localidades de 51 cidades, espalhadas por São Paulo e pelo Mato Grosso do Sul, abrangendo unidades judiciais e administrativas, contando com criptografia de ponta a ponta em todas as chamadas, conceito que agrega maior segurança dos processos.

Com imagens em Full HD e possibilidade de gravação das audiências, o resultado foi a satisfação nítida por parte dos usuários, que sentiram os impactos positivos da chegada de uma solução que efetivamente melhorou a eficiência do órgão.

Mas não só com as audiências a solução é utilizada. Também foi possível fazer treinamentos de funcionários, economizando tempo e recursos de deslocamentos de pessoal. Além disso, advogados tiveram assegurado o direito de participar remotamente de audiências em quaisquer das subseções que dispõem dos dispositivos de videoconferência, bem como os reclusos do sistema prisional na Região também podem ser interrogados à distância, otimizando os recursos públicos envolvidos nesse tipo de situação.

Complementando o projeto, a Teltec também forneceu ao TRF-3 um Portal de Vídeos Corporativos, no qual ficam salvas as audiências com controle de acesso restrito, facilitando a revisão e o arquivamento dos materiais gravados de forma segura e gerenciada.

A segurança foi uma das maiores preocupações do projeto: a integradora desenvolveu regras de acordo com as necessidades do cliente, através do uso das Interfaces de Programação de Aplicações (API) da solução entregue.

Migração e Impacto

A migração foi um dos pontos fortes do projeto: os profissionais envolvidos fizeram toda a parte de configuração e de instalação dos equipamentos e dos softwares disponibilizados com a solução Cisco. Para cobrir todo o território disposto no Edital, foram montadas três frentes diferentes de instalação, com a participação de uma empresa terceirizada que auxiliou na montagem dos materiais.

Sem que houvesse períodos de indisponibilidade nos sistemas do Tribunal decorrentes da implementação da solução, a Teltec adiantou toda a parte dos de instalação dos componentes centrais, envolvendo o cliente em todas as etapas do processo, na busca pela excelência.

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